Instalação de Esquentadores e Termoacumuladores em Lisboa
Substituição, instalação e reparação de equipamentos de águas quentes
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O que fazemos em águas quentes
Retiramos o velho, adaptamos as ligações de água e energia, instalamos o novo e verificamos exaustão e estanquidade. O equipamento antigo vai connosco para encaminhamento.
- Ligações adaptadas
- Exaustão verificada
- Antigo levado
- Testado no fim
Esquentador a gás, termoacumulador elétrico ou bomba de calor: cada um tem o seu caso. Avaliamos consumo, número de banhos e energia disponível, e dizemos qual compensa com as contas à frente.
- Consumo avaliado
- Gás ou elétrico
- Comparação de custos
- Sem empurrar catálogo
Água morna, pressão fraca, ruídos, chama que apaga. Muita coisa resolve-se sem trocar o aparelho — resistências, termostatos, válvulas e calcário acumulado.
- Resistências e termostatos
- Remoção de calcário
- Válvulas e sondas
- Diagnóstico honesto
Quando a instalação exige alteração na tubagem, tratamos também da rede de gás com ensaio de estanquidade documentado. Uma empresa, um responsável.
- Alteração de rede
- Ensaio de estanquidade
- Documentado
- Equipa própria
As perguntas de quem vai trocar de equipamento
A escolha certa depende da casa e do número de banhos — não do que está em promoção.
Esquentador ou termoacumulador: qual escolher?
Depende de quantos banhos seguidos precisa.
O esquentador a gás aquece a água no momento em que ela passa: não tem depósito, não tem limite de quantidade e ocupa pouco espaço. É a escolha lógica quando há gás disponível e a casa precisa de banhos seguidos sem esperar.
O termoacumulador elétrico aquece um depósito e mantém-no quente. Dispensa gás por completo, o que simplifica a instalação e elimina a exaustão, mas tem duas limitações: quando o depósito esgota é preciso esperar que reaqueça, e mantém água quente mesmo quando ninguém a usa. Para uma ou duas pessoas resolve bem; para uma família com banhos seguidos de manhã, é onde nascem as queixas.
A bomba de calor para águas quentes é a terceira via: consome bastante menos a longo prazo, mas exige mais espaço, mais investimento inicial e local com ventilação. Compensa em consumos altos e em quem fica na casa muitos anos.
- Gás: banhos sem limite
- Elétrico: sem gás, com depósito
- Bomba de calor: menos consumo
- Escolha pelo nº de banhos
Quanto tempo demora a substituição?
Meio dia, na maioria dos casos.
Uma substituição de equipamento por outro semelhante, no mesmo local e com as mesmas ligações, faz-se tipicamente em meio dia. Retiramos o antigo, adaptamos ligações de água e a alimentação, montamos o novo, purgamos o circuito e testamos com o aparelho em funcionamento à sua frente.
O que faz o trabalho crescer é mudar de tipo ou de sítio. Passar de esquentador a gás para termoacumulador elétrico implica circuito elétrico dedicado — muitas vezes com passagem de cabo novo desde o quadro — e desativação segura do troço de gás. Mudar de local implica prolongar tubagem e refazer a exaustão. Nesses casos falamos de um dia ou mais, e dizemos-lhe à partida.
- Substituição simples: meio dia
- Mudar de tipo: mais trabalho
- Circuito elétrico dedicado
- Testado à sua frente
A água sai morna ou a temperatura oscila. Porquê?
Quase sempre calcário, caudal ou termóstato.
Num esquentador a gás, água morna com caudal alto costuma significar que o aparelho está subdimensionado para o número de torneiras em uso, ou que a serpentina está com calcário — que funciona como isolante e impede a transferência de calor. Temperatura que oscila enquanto toma banho aponta a caudal instável ou a sonda de temperatura a dar leituras erradas.
Num termoacumulador, água morna significa resistência degradada, termóstato descalibrado ou o depósito simplesmente esgotado antes de reaquecer. O calcário também aqui é o inimigo: acumula-se no fundo e à volta da resistência, obrigando-a a trabalhar mais para o mesmo resultado, até queimar.
Quase todos estes casos têm reparação, e é o que recomendamos enquanto compensar. Num aparelho com muitos anos, dizemos-lhe com franqueza quando a soma das reparações se aproxima do preço de um equipamento novo.
- Calcário isola a serpentina
- Caudal instável dá oscilação
- Resistência e termóstato
- Reparar enquanto compensar
Comprei o aparelho. Instalam na mesma?
Instalamos — com a segurança verificada do mesmo modo.
Instalamos equipamento comprado por si em qualquer superfície, com o mesmo cuidado: verificação das ligações, purga do circuito, e nas instalações a gás o ensaio de estanquidade e a verificação da exaustão. Esta última parte é a que mais vezes fica por fazer em instalações improvisadas, e é a que evita intoxicações por monóxido de carbono.
A diferença está na garantia: no equipamento que fornecemos, respondemos por aparelho e instalação; num aparelho seu, garantimos o trabalho de instalação e o equipamento mantém a garantia do fabricante — que os nossos procedimentos preservam, porque uma instalação sem técnico qualificado é motivo comum de recusa em garantia. E se o aparelho que comprou não servir para a casa, dizemos-lho antes de o montar.
- Qualquer loja
- Estanquidade e exaustão
- Garantia da instalação
- Aviso se o aparelho não servir
Avaliações verificadas · Zaask
O que dizem os clientes
Muito disponível, muito eficiente e executou o trabalho com bastante técnica. […] Recomendo.
Elizabeth Souza
6 Jun 2022
Super profissional. Cumpridor de horários. […] Conhecimento de várias áreas — AC, Electricidade, Canalização. Recomendo.
Rui Temudo
18 Ago 2022
Pessoas profissionais e preocupadas com o que o cliente pretende. […] Rápidos e profissionais. Recomendo.
Tânia Viana
13 Nov 2022
Perguntas Frequentes
O que dura mais: esquentador ou termoacumulador?
Com manutenção, ambos duram muitos anos. O termoacumulador sofre mais com calcário no depósito e na resistência; o esquentador depende da qualidade da combustão e da limpeza periódica. Em Lisboa, com água dura, o calcário é o fator que mais encurta a vida dos dois.
Levam o equipamento velho?
Levamos e encaminhamos para tratamento adequado. Não fica em sua casa nem no contentor do prédio.
Posso trocar de gás para elétrico?
Pode. Implica circuito elétrico dedicado a partir do quadro e desativação segura do troço de gás, que não deve simplesmente ficar tapado. Avaliamos se a potência contratada chega antes de avançar.
O esquentador apaga-se sozinho durante o banho. É perigoso?
É sinal a levar a sério: pode ser falta de tiragem na exaustão, o que significa gases de combustão a não sair como devem. Não use e ligue-nos — é das poucas situações em que pedimos para não voltar a acender.
Fazem manutenção periódica?
Sim, e compensa: limpeza da serpentina, verificação da combustão e da exaustão, e remoção de calcário. Um aparelho revisto gasta menos gás para a mesma água quente.
Preciso de credenciação para mexer no gás?
Quem executa é que precisa. Qualquer intervenção na rede de gás exige técnico credenciado e termina com ensaio de estanquidade documentado — veja canalização de gás.
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